terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
ONS espera mais chuva no Sudeste e preço de energia cai 43,5%
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 16:45 BRST
SÃO PAULO, 1 Fev (Reuters) - O Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), que serve como base para formação de preço de energia de curto prazo, caiu 43,5 por cento para a semana de 2 a 8 de fevereiro, na qual o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) espera volume elevado de chuvas em bacias da região Sudeste, o que favorece os reservatórios das hidrelétricas.
O PLD caiu de 312,87 reais por megawatt-hora (MWh) na semana em vigor, na carga média, para 176,85 reais por MWh, para a próxima semana, segundo dados no site da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (Aneel), nesta sexta-feira.
O ONS espera volume elevado de chuva na próxima semana para região Sudeste/Centro Oeste, segundo as informações do Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação (PMO) para a semana de 2 a 8 de fevereiro.
"A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) voltará a se configurar sobre as regiões SE/CO, ocasionando totais elevados de precipitação em parte da bacia do rio Paranapanema e nas bacias dos rios Tietê, Grande, Paraíba do Sul, Doce, Manso, Tocantins e no alto e médio São Francisco", informou o ONS.
"Nas demais bacias do SIN, a previsão é de totais muito baixos ou de ausência de precipitação", acrescenta no relatório.
Diante da situação metereológica, o ONS estima que as afluências aumentem nas regiões Sudeste/Centro Oeste, Nordeste e Norte. Já na região Sul, a previsão é de afluência estável.
O ONS resolveu também manter a geração térmica da ordem de 14.300 MW médios para a semana que vem. O operador estima um aumento de 1,3 por cento na carga do SIN par o mês de fevereiro ante mesmo período do ano passado.
O nível dos reservatórios na região Sudeste/Centro-Oeste está em 37,46 por cento do armazenamento. No Sul, as represas acumulam armazenamento de 43,77 por cento, enquanto no Norte o nível é de 51,08 por cento e no Nordeste é de 32,86 por cento.
(Por Anna Flávia Rochas)
Governo quer regras mais duras para slots de aeroportos
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 11:48 BRST
1 de 1Versão na íntegra
SÃO PAULO, 1 Fev (Reuters) - A Agência Nacional de Aviação Civil afirmou nesta sexta-feira que iniciou audiência pública sobre regras mais duras para a utilização de espaços para pousos e decolagens (slots) em aeroportos que operam no limite da capacidade ou de grande importância nacional.
A agência informou que a audiência pública iniciada nesta sexta-feira quer discutir proposta de resolução que terá como objetivo "incentivar a melhor utilização dos slots pelas companhias aéreas, penalizando o uso inadequado da infraestrutura aeroportuária escassa".
Entre as principais mudanças propostas à resolução existente desde 2006 é a inclusão da pontualidade como critério de verificação da eficiência na utilização dos slots. Segundo a agência isso facilitaria "a retirada dos slots mal utilizados e penaliza as empresas que não utilizarem adequadamente a infraestrutura".
A consulta ocorre depois que o governo lançou no final de dezembro programa de investimentos de 18,7 bilhões de reais em aeroportos do país .
Na proposta da Anac também estão incluídas sugestões para definição de parâmetros de regularidade e pontualidade de acordo com as características de cada aeroporto, "o que permite exigências maiores das empresas aéreas em aeroportos mais relevantes, como Congonhas".
A autarquia também propõe estabelecimento de temporadas para monitoramento da utilização dos slots aeroportos, para conferir "a certeza da penalização pelo uso ineficiente da infraestrutura".
CONGONHAS
A Secretaria da Aviação Civil também abriu consulta pública sobre "proposta de diretrizes de distribuição de slots no aeroporto de Congonhas" de acordo com critérios que incluem índices de eficiência operacional.
Entre as propostas está alocação dos espaços de pousos e decolagens do aeroporto mais movimentado do país de modo que "que um terço da redistribuição total possível de slots (...) seja de fato redistribuída a cada ano".
Detalhes da consulta pública podem ser acessados em here
(Por Alberto Alerigi Jr.)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Contabilidade para intangíveis
A contabilização de ativos fixos é, em muitos casos, um exercício simples, mas não é sempre assim quando se trata da questão de imobilizações incorpóreas e reconhecendo tais ativos no balanço patrimonial, explica Steve Collings.
Houve também desafios por reguladores externos sobre a questão da capitalização dos ativos intangíveis onde os inspetores têm desafiado a adequação de capitalização de tais ativos (particularmente desenvolvido internamente ativos intangíveis). Este artigo será brevemente recapitular algumas das características mais comuns contidos FRS 10 Ágio e ativos intangíveis que podem ajudar a aliviar alguns dos problemas enfrentados pelos praticantes.
O (agora extinto) Accounting Standards Board (ASB) foi o responsável pela publicação de FRS 10 e uma característica notável desta norma é que se trata de goodwill e ativos intangíveis. Os acordos de regime IFRS com ágio resultante de uma combinação de negócios em IFRS 3 Combinações de Negócios e ativos intangíveis são tratados em um padrão separado, o do IAS 38 Ativos Intangíveis . A ASB teve a abordagem de combinar goodwill e ativos intangíveis em um padrão com base em que eles estão tão intimamente relacionados e evitar a arbitragem de contabilidade que iria surgir como resultado de dar itens semelhantes sobre os nomes dos balanços diferentes.
Registre-se com AccountingWEB gratuitamente para ler o resto do artigo, que inclui:
- Companies Act 2006
- FRS 10
- Separabilidade
- Desenvolvido internamente e comprou ativos intangíveis
- Mensuração subsequente
- Amortização
- Valores residuais
Assinar:
Postagens (Atom)
